PREGUE SEMPRE A PALAVRA FIEL E VERDADEIRA DE DEUS.
REVEJA E COMENTE.
A aflição parece querer te tomar
A ansiedade nos faz repensar
A angústia também contribui
Sentimentos de tormenta e dor
Nos caminhos de grandes pesares
Sem ter uma direção a tomar
Me vejo sem saída
Procuro ajuda no conversar
Me expor, me declarar
Apresentar minha causa a alguém
Que comigo possa orar
E entregar minha vida ao Senhor
E servir de consolo e amor
Doce lida, tão dura e difícil
Solução tão distante e irreal
Confiar apenas
E tempo dar, pra que a vida possa se ajeitar
Não é fácil viver assim
É tão triste, é de sofrer
Não ser útil e ser excluído
De onde precisamos vencer
Mais com força, com fé e oração
O coração começa a florescer
E das cinzas do pó que começa
Um novo amanhecer
Explosões de caqueados, se mostrando pra visita.
Não vive o que deveria, quer mostrar a apostasia,
Para uns e para outros, com a tal da euforia.
Insultando os demais, como inúteis e embecis,
Pois nada fazem, a não ser o tal motim.
Os dias estão passando e a coisa a piorar,
Tudo caindo ao lado esquerdo
Do peito, o que resta é chorar
E as coisas caminhando muito mal
Com tendência a acabar
Parece que o fim está próximo
Pra que a coisa volte a funcionar
Pois depois da despedida
As coisas vão melhorar
Eu tentei e agora me aquietei
Cansei de me machucar
Na rotina vou levando e orando
Para em breve eu voltar!
Aleluia...
ORE POR MIM, POR MEU MINISTÉRIO!




O que podemos fazer em relação a isso?
“Quando passamos por um deserto não temos ajuda,
não temos conselho, não temos amigos”.
A maioria descreve esse mesmo quadro.
“Ficamos abandonados,
amargando nossas tragédias pessoais”.
Mas por que o “deserto”
de cada um de nós tem que ser assim?
Não somos uma família,
a família na qual o cabeça é Cristo?
Por que não ampararmos mutuamente?
Penso que as pessoas fogem dos problemas alheios.
Quando a dor é muito grande,
as pessoas não sabem o que dizer, como ajudar,
como ficar perto.
A maioria de nós prefere não se envolver.
Pensamos que na vida isso faz parte,
e que logo a pessoa sairá e ficará bem.
Mas esquecemos que muitos demoram a ficar bem,
alguns de fato ficam mais ou menos bem,
trazendo para dentro de si a dor de um
trauma que persiste,
um trauma que pode durar uma vida toda.
E tem aqueles que realmente saem do
“deserto” sozinhos,
mas sofrem em demasia,
sofrem porque não foram ajudados,
não foram consolados,
não foram amparados.
Que tipo de gente nós somos quando
enxergamos a dor de um irmão e ficamos
alheios a isso?
Por que essa palavra “deserto”
tem ainda que está em nosso meio?
Será mesmo que Deus,
que é o Senhor de nossas vidas,
abandona alguém,
deixando-a a mercê de um momento ruim?
Eu não creio em um Deus assim.
Isso é contra a sua natureza.
Ele se entristece com tanta falta de
amor e quando não ajudamos ao nosso próximo.
Enquanto nos fartamos em nossos
instantes plenos de alegria,
de motivação, de êxito,
o nosso companheiro ao lado está vivendo
um momento profundo de dissabor.
Sabe por que o “deserto” ainda existe?
Porque somos ausentes no que diz respeito
ao problema de nosso irmão!
Somos imperceptíveis e gostamos de ser assim!
E se gostamos,
precisamos mudar isso de uma vez!
O deserto de alguém pode chegar
ao fim quando estendermos nossa mão,
quando intercedermos em uma oração que
pode fazer a diferença,
quando caminharmos juntos,
quando entendermos as lágrimas
de nosso próximo.
No deserto,
quantos já se desesperaram e buscaram
ajuda em pessoas que não possuem
o poder do Reino dos Céus,
e tiverem que tomar direções errantes,
tiverem que escutar conselhos que não
cabem a um filho de Deus.
Foram humilhados,
massacrados porque foram iludidos
e esperaram demais
por uma solução que nunca chegou.
Para aqueles que estão vivendo um
momento de deserto,
posso assegurar que vocês não estão sozinhos.
Não fiquem decepcionados com palavras
que vocês não ouviram,
com atitudes que vocês não viram acontecer;
não entrem em autocomiseração.
Algumas pessoas dizem,
que foram nesses instantes que mais aprenderam
o poder da consolação que o Espírito Santo tem.
E sempre existe alguém que está sensível
à voz de Deus.
No meio de tanta gente que está aquém
do que está vivendo,
Deus sempre levanta uma pessoa
para erguer você,
para fazer a diferença em sua dor,
para falar coisas edificantes que fazem
você seguir em frente.
Eu não acredito em deserto,
eu acredito em um vale,
um vale onde existe,
sim,
caminhos difíceis,
mas que existem também
planícies verdejantes,
águas tranqüilas e o frescor de
uma brisa de paz,
que nos acalma e nos ampara.
Eu vivo o deserto, esse em que Deus tem trabalhado em mim, a duros pesos eu tenho me entregado ao agir de Deus, sob muita dificuldade eu tenho entendido o que Deus tem e quer pra mim, sofri e sofro, mais sei que Deus quer o meu melhor e dou glórias e Aleluias pelas bençãos por mim já alcançadas e pela misericórdia do Senhor a cada dia. Lembre-se que nesse momento possamos ou não as mesmas dificuldades e unirmos em oração é essencial para nos fortalecermos, ore por mim, apresente-me em suas orações e deixe um comentário que oro por você também,
Em Cristo,
William Costa <>
Por: Anderson Rogério de Souza
http://malarranha.net/2008/04/05/amparo-em-meu-deserto/
Quando o coração de Don Piper parou de bater um outro pastor, foi tocado para orar por ele, porque os médicos já diziam que ele estava morto. Ele voltou, para a Terra, depois de ver muitas pessoas conhecidas que esperavam por ele no céu, ele ouviu uma música e um portão mas não passou pelo portão.
e nesse domingo eu sei que depois da EBD eu fiquei pela igreja, enquanto isso de repente lá estava eu com um microfone nas mãos e cantando os hinos que seriam entoados no culto a noite, sem compromisso algum, aliás sem saber nada de música e muito menos de cantar, assim ao término do ensaio, falei que já ia a irmã na época lider do louvor disse que eu cantaria a noite e eu respondi que não, ainda assim nesse mesmo instante ela insistiu e eu concordei e iniciou daí esse meu vínculo com a música e onde ela e eu a partir desse momento dirigiamos o louvor nos cultos, e isso rotineiramente,nesse mesmo ano em meados de setembro, as coisas iam fluindo e o grupo caminhou para ministério de louvor e deu abertura a mais irmãos participassem e com isso segue um momento áureo dentro do ministério e o ministério de solidificando e crescendo com o compromisso de exaltar ao Senhor. Não gosto muito dessa parte, mais ressalto que cerca de 1 ano e meio depois as coisas e foram caminhando para o desentendimento de propostas seja pela liderança, seja pelos liderados e assim com uma série de momentos fatídicos em um contexto de equívocos e falta de compromisso e responsabilidade, as 'pernas' do ministério começaram a serem abaladas, ou seja, problemas (repare que não expus diretamente os problemas, nem nem citei os fatos em si e muito menos nomes, apenas contextualizei de uma maneira bem expressiva pra mim). Contudo o ministério ainda se mantinha, mais forte e unido eu não sei, mais ainda resistia bravamente, eu nos ultimos 7 meses de ministério comecei a estudar música, no Conservatório Carlos Gomes em Belém, e descobri então um mundo novo, comecei a entender a música de uma maneira diferent
e da qual eu entendia, ou pensava que entendia, e foi onde eu busquei referências do que é e de como se faz música e de todo um contexto, com isso a minha proposta inicial que acredito que não saiu da minha boca, que era melhorar cada dia mais o louvor feito na igreja, com um melhor entendimento de todos na música e um melhor momento de adoração ao Senhor com o aperfeiçoar dos dons e dos talentos pelos músicos adquiridos. E iria buscar na fonte pra poder compartilhar e saber o que eu estava fazendo de música, em seus aspecto e contexto. Não deu, não sei explicar ao certo o que de errado aconteceu, sei dizer que as coisas caminharam para um desgaste pessoal muito grande, onde eu estava sufocado e me sentindo algemado, tentando fazer diferente, corrigindo erros, saindo da mesmice e tentando o aprimorar dos talentos e ninguém acompanhando o meu momento e o meu estado de nostalgia em buscar o melhor. Nesse momento, junto a um problema de ralacionamento que eu estava vivendo dentro da igreja, entendi então que seria o momento certo de eu deixar o ministério de louvor, assim o fiz, justo para eu não prejudicar o andamento dos trabalhos no ministério. Só para complementar, a minha saída pareceu para muitos o abandono do ministério, pois eu fiz um último evento e lá me despedi com uma oração dedicando ao Senhor a minha vida e meu talento, e sendo grato por tudo o que Deus fez por mim junto aquele ministério,e a partir daí deixei de frequentar os ensaios e a cada ensaio que eu faltava eu ia acentuando que eu havia saído de fato do ministério, pois eu já vinha avisando que nas semanas que antecederam a minha saída que estaria deixando o ministério, pois eu precisava. E ainda hoje não me arrependi da escolha e entendo ainda que aquele foi o momento certo que eu tinha que ter me afastado do ministério. Cometi um grande erro nesse momento que reconheço, que não fiz como deveria em ter comunicado diretamente a minha saída do ministério, foi feito indiretamente por atitudes, foi feio mesmo, eu confesso! Assim quando completei exatos 2 anos e 6 meses que eu fazia parte do grupo de louvor da igreja, que havia se tornado um ministério, eu encerrei minha participação nesse ministério que tanto abençoou minha vida e me deu a oportunidade de entender o chamado que Deus tinha pra mim.
Segui em participações não constantes em momentos solos, onde eu apresentava ao Senhor canções que falavam ao meu coração e que sabia que tinha buscado o meu melhor para oferecer ao Senhor aquela adoração da melhor maneira possível, seja com o acompanhamento no cd, seja com algum instrumentista, e sentia que o meu chamado estava mais forte a cada louvor. Hoje bem próximo de eu completar 2 anos de saída do ministério, continuo buscando o melhor em fazer para o Senhor através do Louvor, estudando e buscando referências, e dou parabéns aos que continuaram no ministério, pois resistem bravamente ainda, apesar dos pesares! Não tenho visitado muitas igrejas e não tenho banda base, por isso não tenho cantado nas igrejas e nem na que frequento desde mais de 1 anos, pois tive um agravante no problema e entendi que eu não deveria mais pedir oportunidade, não por enquanto, mas, nesse mês de março passado, mais especifico no dia 13, realizei um lindo culto de gratidão a Deus pela minha conclusão de curso e onde pude cantar 8 lindas canções que marcaram minha tragetória dentro desses 3 ultimos anos da minha vida, pessoal, profissional e espiritual, que me rendeu um DVD que tá demorando para sair, mais que vai sair em breve (eu creio!), e onde vou postar no youtube para que todos aqueles que tenham interesse acompanhem a ministração que o Senhor ali colocou em meu coração através de canções. Gostaria de ressaltar que o Senhor tem moldado a minha vida a cada dia, Ele tem se disposto a me esculpir da melhor maneira possivel, as vezes estou meio seco, em outras, bem mole para ser melhor moldado, mais sempre nas mãos do oleiro e sempre disposto a ser modificado! Em relação a problemas que ressalto pouco e que parece que sou só problemas, completo dizendo que não existe deserto para aqueles que não sabem que no final da caminhada a sempre um banquete preparado para aqueles que o cruzam em busca da aprendizagem e do entendimento do que Deus quer para cada um desses que passar e sofrem lá, que é a escola da vida, é a prova, é a seca, é a vontade de Deus para acabarmos com aquio que desagrada a Ele e entendermos que Santo é o Senhor! Nos moldarmos e reconhecermos a plenitude e dependencia nossa em relação ao Pai, Aleluia!
Noite de Gratidão pela Formação Acadêmica
O novo lançamento de Paulo César Baruk tem o sotaque da maturidade do cantor/produtor.
“E TU, BELÉM EFRATA, POSTO QUE PEQUENA ENTRE MILHARES DE JUDÁ, DE TI ME SAIRÁ O QUE SERÁ SENHOR EM ISRAEL, E CUJAS SAÍDAS SÃO DESDE OS TEMPOS ANTIGOS, DESDE OS DIAS DA ETERNIDADE”. ( Miquéias 5.2).
Há uma unção que flui
Do coração de uma nova geração
De adoradores
Famintos pra estar na presença do Pai
E poder saciar sua fome
Esta unção nos atrai
A Belém, terra do pão
Cidade de adoração, diz o Senhor
De Belém flui a unção
Da casa do pão
Pra todo o Brasil
Pra todo o mundo
O Senhor te escolheu, Belém
Celeiro entre as nações
O Senhor te ungiu, Belém
Casa do Pão
Que nos sejamos Belém, a Casa do Pão, sempre!
Fontes: http://letras.terra.com.br/diante-do-trono/923297/
http://amigadoamigo.blogspot.com/2007/12/belm-casa-de-po.html
Diante de um mundo desumano e caótico, é necessário o momento de rever princípios e refletir sobre nosso conceito de ser – humano. Não se trata de uma visita ao analista ou uma conversa rápida com o psicólogo. O que A Cabana, de William P. Young, propõe é a análise de nosso relacionamento com Aquele que não cobra pelas consultas, nem receita tarjas-pretas – o homem em sua independência adquirida se esqueceu que a essência de sua vida baseia-se Naquele que o libertou para sempre.